A vida tá rápida demais. A gente sabe.
Não dá pra parar tudo, mas dá pra fazer pausa. O agora é um ateliê criativo pra desacelerar, criar com as mãos e viver experiências offline — mesmo sem se considerar artista.
Manifesto
Você chega com a cabeça cheia. Vai embora com as mãos sujas. Sem virar artista. Só viver o agora.


Quem faz o agora
As fundadoras
O agora nasceu do encontro de duas pessoas que queriam um lugar pra desacelerar e criar com as mãos — e chamar de casa. Elas cuidam da operação, das parcerias e da identidade. Quem conduz as aulas é o time de professoras logo abaixo.
Fundadora da @use.intu. Empresária, apaixonada por criar experiências que conectam pessoas consigo mesmas.
Arquiteta, designer e criadora de conteúdo. Cuida da identidade e da voz do agora.
Quem conduz as aulas
As professoras
Arte-educadora, atriz e encadernadora — uma curiosa crônica, sempre atrás de novas referências. Atua há mais de 10 anos em arte-educação e, desde 2014, toca o Vah Pescar, seu projeto de encadernação autoral. Acredita na arte como ferramenta de transformação, na intersecção entre arte e natureza.
Ceramista, criadora de peças autorais e professora. Há quatro anos se apaixonou por transformar barro em forma, memória e expressão. Pra ela, ensinar cerâmica é compartilhar presença, escuta e a potência transformadora do fazer manual.
Criadora da marca Antes do Fogo, usa o bordado como trama afetiva sobre fotografias, livros, filtros de café e cacos. Graduada em Pedagogia (FE-USP), especialista em Arte-Educação (ECA-USP) e fotógrafa. Borda pra trazer a imagem de volta à matéria.
Artista e educadora paranaense radicada em São Paulo. Mestre em Educação e pós-graduanda em Arteterapia pela Belas Artes, investiga a modelagem manual como caminho de escuta e presença — o barro como descoberta e expressão.
Conduz a Alquimia Criativa, onde a arte vira ritual de intenção e presença. (Bio completa em breve.)
Fotos individuais das professoras chegam em breve.
Os cinco pilares
O que sustenta o agora
Arte acessível
Não precisa ser artista. Não precisa de técnica. É experimentar e ver o que aparece.
Bem-estar criativo
Criar como prática de pausa. Aliviar o estresse com as mãos em vez do feed.
Offline e presença
Menos rolagem, mais mão na massa. O celular descansa por uma tarde.
Comunidade
Encontros, trocas, café pós-aula. Pessoas voltam pelo vínculo, não pela aula.
Curadoria leve
Visual descontraído, colorido, não intimidador. Arte sem elitização.

Aqui a gente cria mais do que rola o feed.
Vem pro ateliê
Rua Joaquim Antunes, 513
Pinheiros, São Paulo. Entre a Cardeal Arcoverde e a Teodoro Sampaio, a duas quadras da estação Fradique Coutinho.


